Ok, só em filmes Hollywoodianos que a mocinha pode ser vaca assim de primeira que mesmo assim o bonitão irá cair de quatro por ela, persegui-lá, ligar, mandar e-mail, sms, sinal de fumaça, enfim... não vai sair da cola da garota bonitinha, magrinha e delicadinha enquanto ela não aceitar o convite dele para jantar, ou só... tomar um café!
Porque mesmo calejadas de assistir esses filmes ainda achamos que um dia pode ser diferente e encontrar um amor em lugares totalmente inusitados como em salas de embarque de aeroportos, festa de criança, um cara que vc dividiu a mesa numa praça de alimentação, alguém que vc viu por 10 segundos em um elevador lotado, chefes/supervisores/superintendentes e afins, ou numa mesa de bar de happy hour.
Mas aí, depois que vc encontra o homem da sua vida, o cara ideal durante uma noite, que mesmo sem intimidade parece tão intimo, que tem os mesmo gostos, vontades e sonhos. Aí vem o problema. Vocês não podem ficar juntos. É... triste né?! Também acho. Sabe o que impede vocês?
Ele tem medo de relacionamentos. Ele é casado (então não era o cara perfeito?!). Ele é esquizofrênico. Ele é pai solteiro (isso não é impedimento, a menos que vc assim como eu, tenha medo de criancinhas chatas, birrentas e catarrentas). Ele tem câncer terminal e não quer te fazer sofrer. Ou, ele vai se mudar para a parte norte do hemisfério (qualquer semelhança é mera coincidência).
Será que eu realmente tinha achado que viveríamos uma aventura louca durante duas semanas regada de paixão, tesão, apreciação, curiosidade e transas intermináveis e maravilhosas? Bem que dizem que o meu problema é fantasiar qualquer aperto de mão mais forte ou um abraço mais demorado.
Sim, sim e sim, eu tinha pensado em tudo isso e achei que seria uma louca paixão durante duas semanas. Qual mulher que não fantasia, ou não fantasiou pelo menos uma vez na vida que atire a primeira pedra (lembre-se, eu disse “pelo menos uma vez na vida”).
É caros, temos duas opções: desiludir de casos de uma noite só, ou tomar essas experiências como exemplos e tentar fazer diferente nas próximas. Mas isso não quer dizer que nunca vamos fazer as mesmas burradas (ou piores) e depois pensar “Se eu pudesse ter feito diferente desta vez”... essa é sempre a frase da lamentação, mas isso fica pro próximo post.
Caraca Gabi, muito bom hein.
ResponderExcluirFalou exatamente tudo, toda mulher, mesmo as que negam, se apega.
Muito bom o blog, espero que vc consiga tocar e seguir com seu projeto do livro.
Boa sorte.
Adoro tudo o que você escreve Gabi. Acho que se escrevesse bula de remédio todo mundo passaria a ler até bula de remédio! Amooooo!!!
ResponderExcluirBiga....muito bom!!!!
ResponderExcluirSabe que sou sua leitora nº 1...estou na tocida!!!
bjks
Texto bem redigido, mas preciso expressar que não concordo com esse lance de pai solteiro, com criancinha birrenta, catarrenta e tal.
ResponderExcluirSE voce, mulher, sai com homem que tem filho(a), você já sabe muito bem que jamais será colocada em primeiro lugar. E outra, o dia que voce tiver um filho(a), terá uma criancinha birrenta catarrenta e que voce vai amar acima de tudo, e daí, voce não vai colcoar mais ninguem em primeiro lugar, e vai ultimamente, perceber que esse lance de homem ou mulher perfeito(a) não passa de uma grande bobagem que os jovens (em geral) ficam encucados só porque não tem mais o que fazer.
O dia chegará, em que você e todo jovem, trocará a sminorff ice pela mamadeira e fraldas, e por pior que pareça, sua cabeça muda e você achará isso o máximo. Aconteceu comigo, e acontece com quase todos que conheço que são pais. E aí, que achou do que eu disse?
Um beijo, Claudio
Olá Claudio.
ResponderExcluirConcordo plenamente com vc, ter um filho é uma dádiva maravilhosa, e ficarei muito contente quando tiver que trocar minhas cervejas e sminorff ice por mamadeiras... sinal que já vou estar preparada para assumir estas responsabilidades das quais disse.
Mas no momento, tenho medo de crianças pelo simples fato de não saber como agir com elas, se devo ou não fazer suas vontades, ter rédias firmes e enfim... tudo o que a maternidade nos trás.
Muito bem colocado seu comentário, agradeço.
Beijos,
Gabriela Mendes.
É isso aí, antes de eu ter filho, ninguém tocava no rádio do meu carro depois de comer batatinha frita do Mc Donalds. Eu lavava o carro religiosamente a cada semana, gastava os tubos com som, roda e acessórios.
ResponderExcluirAgora ... puts, voce encontra de tudo dentro do meu carro!!! Rs, a vida muda, e muda meishmo!
Mas não quero permanecer com o pensamento de velho, faz tempo que não saio pra uma noitada legal e pra beber alguma coisa. E aí, alguém se habilita? huhuhu